terça-feira, 5 de outubro de 2010

Quantos títulos de livros estão contidos nesse texto?

Quando eu vivia nas fronteiras da loucura, me sentia como uma ave sem ninho em busca da ilusão de bens materiais que tanto contribuíam para a construção de verdadeiros painéis da obsessão que surgiam a minha mente de forma violenta, extraindo toda minha vontade de viver.
Perguntava onde se encontra o amor imbatível amor que tantos falam? Onde se encontra o consolador prometido pelo Cristo? Serão os meus conflitos existências um convite da vida para que eu perceba a chegada de dias gloriosos?
Essas e outras indagações atravessavam meu ser e me deixavam alerta e assustado como um náufrago depois da tempestade. Eu vivia em busca da verdade mas não sabia quais as dimensões da verdade e assim vivia desconhecendo totalmente as leis morais da vida que se bem entendidas me dariam a libertação do sofrimento experimentado até aquele momento.
Será que no mundo maior eu também terei que buscar minha libertação? Pois sei que vivi nas voragens do pecado até que as marcas do cristo começassem a fazer sentido em meu coração. Ah esses temas da vida e da morte! Como são de difícil entendimento se nos falta o legado kardequiano. Os compromissos iluminativos que sempre assumimos são sendas luminosas quando temos a vigilância necessária para superar as dores da alma que nos exigem o compromisso de não sermos apenas os mensageiros da doutrina do Cristo mas sim seus fiéis representantes.
Talvez hoje eu já esteja renovando atitudes e me encontre melhor do que quando fui resgatado da dor pela doutrina espírita que me encaminhou nos domínios da mediunidade até que percebesse que não seria possível melhorar sem o suor do trabalho, portanto esta seria a minha árdua ascensão. É bem verdade que apesar de árdua também há flores no caminho e que dias venturosos virão e assim a mensagem do amor imortal ficará conosco até o fim dos tempos e se conseguirmos caminhar pelos caminhos de Jesus encontraremos nas páginas do coração o roteiro do autodescobrimento e assim poderemos afirmar que entre a terra e o céu encontraremos o caminho da fé para o amor e a verdade.

5 comentários:

  1. Adorei, o texto ficou muito bom, são mais de 20 livros citados, mas perdi a conta.

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  2. Não Francine...não são 26 títulos....

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  3. Maravilhoso. Bem, eu acho que são 18 livros.

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  4. São 36???
    André, vc tem que ter outro filho... um só não tá dando conta!

    Quando eu vivia *nas fronteiras da loucura*, me sentia como uma *ave sem ninho* *em busca da ilusão* de bens materiais que tanto contribuíam para a construção de verdadeiros *painéis da obsessão* que surgiam a minha mente de forma violenta, extraindo toda minha *vontade de viver*.*(de regine deforges)
    Perguntava onde se encontra o *amor imbatível amor* que tantos falam? Onde se encontra o *consolador prometido* pelo Cristo? Serão os meus *conflitos existências*(existenciais) um *convite(S) da vida* para que eu perceba a chegada de *dias gloriosos*?
    Essas e outras indagações atravessavam meu ser e me deixavam *alerta* e assustado como um náufrago *depois da tempestade*. Eu vivia *em busca da verdade* mas não sabia quais as *dimensões da verdade* e assim vivia desconhecendo totalmente as leis morais da vida que se bem entendidas me dariam a *libertação* do sofrimento experimentado até aquele momento.
    Será que *no mundo maior* eu também terei que buscar minha libertação? Pois sei que vivi *nas voragens do pecado* até que *as marcas do cristo* começassem a fazer sentido em meu coração. Ah esses *temas da vida e da morte*! Como são de difícil entendimento se nos falta o legado kardequiano. Os *compromissos iluminativos* que sempre assumimos são *sendas luminosas* quando temos a *vigilância* necessária para superar *as dores da alma* que nos exigem o compromisso de não sermos apenas *os mensageiros* da doutrina do Cristo mas sim seus fiéis representantes.
    Talvez hoje eu já esteja *renovando atitudes* e me encontre melhor do que quando fui resgatado da dor pela doutrina espírita que me encaminhou *nos domínios da mediunidade* até que percebesse que não seria possível melhorar sem o suor do trabalho, portanto esta seria a minha *árdua ascensão*. É bem verdade que apesar de árdua também *há flores no caminho* e que *dias venturosos* virão e assim a *mensagem do amor imortal* ficará conosco até o *fim dos tempos* e se conseguirmos caminhar *pelos caminhos de Jesus* encontraremos nas páginas do coração o roteiro do *autodescobrimento* e assim poderemos afirmar que *entre a terra e o céu* encontraremos o *caminho(S) da fé* para o *amor e a verdade*.

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